Arquivo da categoria ‘Eventos’

No dia 08 de setembro, às 14h, acontecerá a primeira reunião para a organização de um grupo jovem LGBT. O encontro será realizado no Centro de Referência da Juventude, na Rua Rebolo Gonzalez, 185, Cercado Grande (no Cruzeiro, subindo o escadão da Silvia).

A idéia deste grupo é discutir como é a vida de jovens LGBT na cidade de Embu das Artes, compartilhar quais problemas e dificuldades enfrentam, conhecer outr@s jovens que passam pelas mesmas situações, participar de debates, palestras, sessões de filmes e ainda pensar propostas para superar situações de preconceito e discriminação.

Contatos:

Centro de Referência da Juventude

Tel. (11) 4704-2935

Email: assessoriacrj@yahoo.com.br

Blog: http://www.embu.sp.gov.br/juventude/

Grupo de Trabalho sobre Diversidade Sexual

Tel. (11) 4785-3788

Email: diversidadesexual.embu@gmail.com

Blog: https://gtdiversidadesexual.wordpress.com/

Veja outras duas importantes ações em andamento pelo Centro de Referência da Juventude:

Participe da discussão do plano municipal de juventude

Entre os dias 14 de agosto e 16 de outubro serão realizados encontros semanais preparatórios (aos sábados), com representantes de diversas regiões da cidade. O objetivo de tornar participativa as discussões para a elaboração do Plano Municipal de Juventude, que estabelecerá um conjunto de metas a serem desenvolvidas em curto, médio e longo prazo.

A proposta, também, é  levantar as demandas e necessidades dos jovens, por isso a importância da participação e reunião da maior diversidade possível para formar ainda uma rede de comunicação e abrir um canal de diálogo permanente.

O espaço também está  aberto aos gestores(as), associações, igrejas, comunidades tradicionais, educadores(as) e profissionais que desenvolvem ações com jovens.

Confira as datas e os locais onde serão realizados os encontros:

Data Local Endereço
14/08 às 14hs Centro Cultural Valdelice Rua Joaçaba 40, Parque Pirajuçara
21/08 às 14hs Canto Cultural Zumaluma Rua Cerqueira Cesar 703, Jardim Santa Tereza
28/08 às 14hs Igreja São Judas Tadeu Rua dos Pinheiros, s/nºPinheirinho
11/09 às 14hs Associação de Moradores do Vista Alegre Rua Campo Grande 1000, Jardim Vista Alegre
25/09 às 14hs EM Paulo Freire Estrada de Itapecerica à  Campo Limpo 1904, Jardim Santa Emilia
16/10 às 14hs Centro de Referência da Juventude – CRJ Rua Rebolo Gonzáles 185  Cercado Grande

Fonte: www.embu.sp.gov.br/noticias/exibir.php?id=3092

Inscrições para Jovem Aprendiz

O Centro de Referência da Juventude – CRJ – está formando novas turmas do programa de orientação para o primeiro emprego. Mais de 700 jovens de toda a cidade já foram beneficiados desde a criação do programa, em 2006. O projeto oferece teoria e prática do ambiente de trabalho ao encaminhar os aprendizes para iniciar a vida profissional em setores da prefeitura ou empresas parceiras. A bolsa auxílio é de R$ 255,00, além de transporte gratuito. Jovens com idade entre 15 e 23 anos, moradores de Embu das Artes há mais de um ano e com baixa renda familiar (menos de R$ 340,00 mensais por pessoa) podem se inscrever entre 16 de agosto e 10 de setembro, na Rua Rebolo Gonzáles, 185 – Cercado Grande.

Fonte: www.embu.sp.gov.br/noticias/exibir.php?id=3096

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O Grupo de Pesquisa Corpo, Identidades e Subjetivações está organizando o “Seminário Internacional Sexualidades, Saberes e Direitos”, o qual acontecerá no anfiteatro Bento Prado na UFSCar nos dias 17 e 18 de agosto. As inscrições – gratuitas – serão feitas no próprio local.

O Seminário propõe criar um espaço interdisciplinar de discussão das novas fronteiras das demandas por reconhecimento, sobre a possibilidade de um diálogo mais simétrico entre as ciências humanas e os saberes médicos-psi e jurídicos no que concerne às convenções sobre as diferenças sexuais e de gênero, as novas perspectivas analíticas não-normativas sobre a cultura, além do desafio de estender as reflexões epistemológicas dos feminismos contemporâneos para além das linhas temáticas e estudos de caso, ou seja, para o cerne da teoria social.

O evento já conta com financiamento da CAPES e terá quatro mesas:
1. Sexualidades, Normas e Direitos;

2. Saberes, Corpos e Subjetividades;

3. Cultura, Gênero e Sexualidade e

4. Desafios Teóricos: Feminismos, Teoria Queer e Interseccionalidade s.

Dentre @s participantes previst@s estão: Judith Halberstam, Marcia Ochoa, Adriana Piscitelli, Miriam Adelman, Paula Sandrine, Adriana Vianna, Karla Bessa, Rogério Junqueira, Roger Raupp-Rios e Márcia Arán.

Quoted from http://www.e-jovem.com/SP/:


Piracicaba


1º Torneio de Vôlei da Juventude Contra Homofobia


Competição organizada pelo E-PIRA – Grupo E-jovem em Piracicaba começa a partir do dia 25/07

O E-PIRA convida a comunidade LGBT de Piracicaba para participar do I Torneio de Vôlei da Juventude Contra Homofobia, que será realizado a partir do dia 25/07 no Ginásio municipal de Esporte “José Oliveira Garcia Neto” (Rua Treze de Maio Nº.2122, bairro Alto) às 10:00 horas da manhã.

Objetivo deste torneio é fazer a integração da população LGBT piracicabana, incentivando as oportunidades, cumprindo seu papel social e resgatando a dignidade. Além de combater todas e quaisquer formas de preconceitos por orientação sexual, almejando de forma global preparar a sociedade, incentivando a inclusão e formando
cidadãos mais tolerantes politizados e conscientes.

Este evento conta com os seguintes apoios:
Secretaria de Esportes, Lazer e Atividade Motoras – SELAM
Sindicato dos Empregados em Estabelecimento Bancários de Piracicaba e Região
Ginásio Municipal de Esporte
Alex Company – Cabeleireiro
Fórum Paulista da Juventude LGBT
Grupo E-Jovem

Sábado Resistente

17 de Julho de 2010, das 14h às 17h30

Memorial da Resistência de São Paulo – Largo General Osório, 66 – Luz

DIVERSIDADE SEXUAL E A RESISTÊNCIA LGBT NO BRASIL

A luta contra a discriminação sexual e pela defesa dos direitos das populações LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros) é histórica, e teve importantes capítulos, no Brasil e no mundo, a partir dos anos 1960 e 1970. Dentre os episódios marcantes em nível mundial, podemos citar justamente esta virada de décadas, quando em 1970 marchas e mobilizações em alguns países assinalaram o primeiro aniversário dos «motins do Stonewall» – levante espontâneo contra a violência policial discriminatória, desencadeado por mulheres lésbicas freqüentadoras do bar gay Stonewall Inn, de Nova Iorque, em junho de 1969.

Durante os anos 70 e 80, o movimento LGBT brasileiro foi construindo sua trajetória própria, em parte dialogando alguns setores da esquerda, em parte afirmando todas suas especificidades e, muitas vezes, fazendo questão de destacá-las e acentuá-las frente às pautas clássicas dos partidos, sindicatos e demais movimentos da classe trabalhadora. Setores que ganhariam importante força a partir dos anos 1980 sem, no entanto, incorporar com o devido peso a questão da diversidade sexual e dos direitos das populações LGBT.

A partir de 1988, algumas conquistas foram incorporadas à Constituição Federal, no reconhecimento e na elaboração de políticas públicas voltadas para o enfrentamento e superação das discriminações e opressões vivenciadas pelas populações LGBT. Muitas questões e muitos desafios fundamentais, no entanto, ainda permanecem por serem enfrentados – como a questão da Violência contra LGBTs, a União Civil de Homossexuais, o Direito à Adoção etc -, e a cada ano se atualizam.

Este Sábado Resistente buscará refletir sobre tais questões e os nossos atuais desafios.

14h – Boas-Vindas – KATIA FELIPPINI – Museóloga – Memorial da Resistência de São Paulo

14h15 – Apresentação/Coordenação – IVAN SEIXAS Jornalista – Presidente do Núcleo de Preservação da Memória Política

14h30 – DEBATE: “DIVERSIDADE SEXUAL E A RESISTÊNCIA LGBT NO BRASIL”

DIMITRI SALES – Mestre em Direito Constitucional pela PUC/SP – Gestor em Direitos Humanos pela SEDH – Coordenador de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo

LIGIA ALMEIDA CONTI – Advogada Pós-Graduada especializada em Direito Homoafetivo, Direito de Família e Sucessões e Direito Civil – Coordenadora do Grupo para criação da Comissão de Diversidade Sexual na OAB-SP

MARISA FERNANDES – Professora Mestre em História Social – integrante do Coletivo de Feministas Lésbica

Os Sábados Resistentes são promovidos pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo. Trata-se de um espaço de discussão entre militantes de diversas causas, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e interessados em geral no debate sobre temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964. Os Sábados têm como objetivo central estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação.

Curso de capacitação em Direitos Humanos e Políticas LGBT

22 e 23 de julho de 2010

Realização:

Grupo Corsa – Projeto Tecendo Laços

Parcerias: Prefeitura de Embu das Artes/Secretaria de Participação Cidadã/Grupo de Trabalho sobre Diversidade Sexual, Núcleo de Estudos de Gênero – PAGU/ Unicamp.

Apoio: Secretaria de Direitos Humanos/Coordenação Nacional LGBT (Governo Federal).

No dia 22 de julho acontece a palestra de abertura, a partir das 19h. Esse evento é aberto ao público em geral (não há necessidade de inscrição).

Local: Centro Cultural  Valdelice – Av. Aimará – Parque  Pirajuçara

O curso de capacitação em Direitos Humanos e Políticas LGBT acontece no dia 23 de julho, das 9h às 18h. (inscrições encerradas).

Ao todo são 40 vagas, sendo em princípio 20 vagas reservadas para um/a representante de cada secretaria da prefeitura e 20 vagas para o público em geral. As vagas destinadas aos/às gestores/as ou técnicos/as indicados/as e que não forem preenchidas, serão disponibilizadas para o público.

Local do curso: Centro de Referência da Juventude – Rua Rebolo Gonzáles, 185. Cercado Grande.

Mais informações:

Marcelo Daniliauskas
Secretaria de Participação

Cidadã Núcleos de Direitos e Diversidade
Grupo de Trabalho sobre Diversidade Sexual (https://gtdiversidadesexual.wordpress.com/)

Tel. (11) 4785-3588 (de terça a quinta-feira)
E-mail: diversidadesexual.embu@gmail.com

Ricardo Ferreira

Coordenador Projeto Tecendo Laços

Grupo  Corsa

e-mail: ferreira.rick81@gmail.com

(www.corsa.org.br)

Tel: (11) 8494-0224

Programação

22 de julho

19h00 – Abertura (Palestra e debate)

O movimento social, a agenda legislativa e as políticas públicas LGBT: uma visão panorâmica.

Julian Rodrigues, coordenador adjunto grupo Corsa / Fórum Paulista LGBT

23 de julho

9h00

Gênero e diversidade sexual (conceitos básicos: gênero, sexualidade, orientação sexual, identidade de gênero, heternormatividade).

Regina Facchini, Pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero – PAGU/ Unicamp.

11h00

Histórico do movimento LGBT

Ricardo Ferreira, graduando em Ciências Sociais/USP e coordenador Projeto Tecendo Laços.

12h30 – almoço

13h30

Políticas Públicas LGBT no Brasil e em São Paulo.

Marcelo Daniliauskas, mestrando em Educação/USP e Coordenador do Grupo de Trabalho sobre Diversidade Sexual/Secretaria de Participação Cidadã.

14h30

OFICINA: Construindo políticas públicas na prefeitura de Embu: o “tripé” e a transversalidade.

Lula Ramires, mestre em educação pela USP e coordenador Grupo CORSA.

15h30- intervalo

16h00

OFICINA: Construindo o movimento LGBT em EMBU – desafios e ações.

Lula Ramires, mestre em educação pela USP e coordenador Grupo CORSA.

17h00 – avaliação e encerramento.

Visite a página do 8º ENUDS: http://www.identidade.org.br/2010/index.html
(além de ser uma ótima opção de se informar e interagir, você também pode inscrever seu próprio trabalho)

Quoted from http://acapa.virgula.uol.com.br/site/noticia.asp?origem=slide&codigo=11231&target=_self&titulo=%22Nossa+cidade+se+caracteriza+pela+luta+contra+a+homofobia%22%2C+diz+prefeito+de+S%E3o+Carlos:

Por Marcelo Hailer 2/7/2010 – 19:21
Oswaldo Barba (PT), prefeito de São Carlos, no interior de São Paulo, esteve presente hoje, sexta-feira (02/07), na abertura do 4º Encontro Paulista LGBT, que acontece até o próximo sábado (03/07) na cidade. Muito simpático, ele concedeu uma entrevista exclusiva para o A Capa.

A gestão de Barba tem sido marcada pelo forte apoio às atividades LGBT. A Prefeitura apoiou a primeira edição da Parada Gay; aprovou a lei municipal antidiscriminação; criou o Dia Municipal de Combate à Homofobia; e deu suporte para que o encontro gay paulista fosse realizado, assim como também está apoiando oficialmente a segunda edição da Parada.

Na entrevista a seguir, Oswaldo Barba afirma não ter medo de perder votos por apoiar a questão gay. Revelou também acreditar que a população de São Carlos, em sua maioria, apoia a luta contra a discriminação aos homossexuais. Como ex-reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), criticou Marina Silva por apoiar o ensino do criacionismo porque, para o prefeito, a “educação deve ser laica e não deve se misturar com religião”.

Por que apoiar as questões LGBT?
Porque é um direito do cidadão ter as suas opções e a gente tem que respeitar a diversidade. Isso é uma característica da cidade de São Carlos. Desde a gestão anterior [Nilton Lima], viemos construindo a questão da cidadania. E cada vez mais a cidade de São Carlos vem se caracterizando por esse respeito.

Como o seu eleitorado reage a isso?
Eu confio muito na cidade de São Carlos, é muito avançada. Por exemplo: no ano passado nós tivemos a primeira Parada e foi um sucesso. Só escutei elogios, foi um evento que marcou a cidade pela alegria e pela mensagem que passou. Portanto, a nossa cidade também se caracteriza pela luta contra a homofobia.

O que você achou das faixas protestando contra a realização da Parada Gay?
Isso foi um ataque ao meu partido (PT), mas nós sabemos que isso é uma minoria [contrária à Parada Gay] e obviamente respeitamos a opinião deles, mas não é a opinião geral da cidade. A população de São Carlos respeita muito a luta das pessoas pelos seus direitos.

Enquanto prefeito, como você acha que é possível diminuir a homofobia?
Fazendo trabalhos de conscientização, abrindo espaços para a discussão e participação das pessoas. Nós temos dentro da Prefeitura, dentro da secretaria de Cidadania, um setor que trabalha com as diferenças e as minorias.

Você teme perder votos por apoiar abertamente a questão gay?
Não me preocupo e nem temo isso. Como já disse, a cidade de São Carlos vem amadurecendo, aqui é uma cidade universitária e por conta disso tem um grau cultural elevado… Mas, isso [direitos gays], é um direito que as pessoas têm, assim como qualquer cidadão tem os seus direitos assegurados. A opção sexual é de cada um. Portanto, a cidade não vê isso como um problema. E justamente quando abraça essa luta, tenta ajudar para que isso seja, inclusive, resolvido no âmbito nacional.

Qual é a sua opinião a respeito dos parlamentares que usam a Bíblia para atacar os direitos LGBT?
Eu respeito a opinião de todos, mas essa não é a minha. Não concordo com essa postura deles. Isso representa uma certa intolerância e é nesse sentido que nós estamos trabalhando: permitir que todos possam ter os seus direitos respeitados.

Você considera o meio parlamentar muito homofóbico?
Não. Sou muito amigo da Iara Bernardi (ex-deputada federal e autora do PLC 122), acompanhei muito o trabalho dela no Congresso em função da defesa das pessoas LGBT e, claro, o Congresso representa a sociedade como um todo, então você vai encontrar de tudo: os favoráveis e os contrários. Mas tenho percebido um aumento do respeito à diversidade sexual.

O que você acha da Marina Silva, candidata à presidência da República pelo Partido Verde, ser a favor do criacionismo nas escolas?
Eu não concordo. Olha, sou um cientista, um pesquisador, portanto, não acho que é por aí. A educação é algo laico e não pode ser misturada com religião. Para mim, essa postura dela é equivocada.

Você é ex-reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Como você vê esses casos de homofobia que aconteceram na USP (Universidade São Paulo), na Federal de Minas Gerais e, recentemente, o caso do jornal do curso de química da USP, que dizia que quem “atacasse merda num viado ia ganhar um prêmio”?
Isso é uma distorção. São grupos minoritários que são como os neonazistas e outros que são intolerantes e que acham que a opinião deles é a verdade sobre tudo… Não acredito nisso e repudio.