A Inglaterra está discutindo a legalização do casamento gay este ano e a campanha já é vista nas ruas.

Os tradicionais ônibus vermelhos ganharam cartazes com as frases: “Some people are gay. Get over it” (Algumas pessoas são homossexuais. Acostume-se.)

A campanha, encabeçada pela ONG LGBT Stonewall, possui anúncios em cerca de mil ônibus. Eles ainda pedem que sempre que alguém vir um dos anúncios, para fotografá-lo e postar a foto no Twitter ou no Facebook com a hashtag #equalmarriage.

Fonte: Cenag

O Setorial LBGT (lésbica, gays, bissexuais e transgêneros) do PT divulgou nota para criticar o senador Lindbergh Farias, que é petista, por ter defendido no plenário do Senado o pastor evangélico Silas Malafaia.

Na nota, o setorial petista afirma que Lindbergh “se afasta enormemente das posições do partido” ao sair em defesa do pastor na ação que responde no Ministério Público Federal de São Paulo por homofobia.

“Não há cálculo político ou eleitoral que justifique essa ruptura com os princípios do PT e com a própria trajetória do senador”, diz a nota assinada pelo coordenador nacional setorial LGBT do PT, Julian Rodrigues.

Na nota, ele faz um apelo para que Lindbergh “se debruce um pouco mais sobre as posições do Malafaia” que seriam “incompatíveis com o Estado democrático de direito”. Rodrigues diz, ainda, esperar que Lindbergh não tenha resolvido “se perfilar com o segundo grupo de políticos fluminenses, inimigos dos direitos humanos”, ao citar os deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Anthony Garotinho (PR-RJ).

No início da semana, Lindbergh defendeu Malafaia no plenário do Senado ao comentar discurso do senador Magno Malta (PR-ES) no qual ele criticava ação do Ministério Público Federal em São Paulo contra o pastor. A Procuradoria pede sua retratação por um discurso considerado homofóbico feito em julho de 2011 no programa “Vitória em Cristo”, que é exibido na TV Bandeirantes em horário comprado por ele.
Fonte: CenaG

O GT sobre Diversidade Sexual da Secretaria de Participação Cidadã tem a honra de convida-lo (a) para participar de nossa reunião mensal.

Esse GT tem como objetivo ser um local de discussão de políticas públicas para a promoção dos direitos humanos de lgbt (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).

A participação da população nesse GT é muito importante, pois foi através desse GT que conseguimos avançar nas políticas públicas para lgbt.

A reunião acontecerá no dia 11 de abril de 2012, às 9 horas no Espaço dos Conselhos, localizado na rua: Solano Trindade, 296-Jd.Arabutan-Embu das Artes.

O ponto de referência é o estádio municipal ou então o antigo batalhão da polícia militar.

Contamos com  sua  presença.

Para mais informações :

4785-3496 Paulo Marcelo ou Danilo

diversidadesexual@embudasartes.sp.gov.br

O número de assassinatos de homossexuais no Brasil atingiu o ápice em 2011, chegando a 266, segundo o GGB (Grupo Gay da Bahia), que acompanha os casos desde a década de 1970.

Houve crescimento pelo sexto ano consecutivo e, de acordo com a entidade, 2012 deve registrar novo recorde. Isso porque, nos três primeiros meses deste ano, já houve 106 assassinatos.

Os dados divulgados pelo GGB se baseiam em notícias sobre os crimes veiculadas em jornais e na Internet.

Para o antropólogo Luiz Mott, fundador da entidade, o número real de mortes deve ser maior. Mott criticou o governo federal por não criar um banco de dados específico sobre crimes contra gays. “Esse banco de dados estava previsto desde o Plano Nacional de Direitos Humanos 2, de 2002. Nem Lula nem Dilma cumpriram essa obrigação“, disse.

De acordo com o relatório, a maior parte dos assassinatos foi contra gays (60%), seguido de travestis (37%) e lésbicas (3%).

Os Estados com mais mortes foram Bahia (28), Pernambuco (25) e São Paulo (24).

Em 2010, 260 homossexuais foram mortos. As estatísticas começaram a subir a partir de 2006, quando foram registrados 112 assassinatos.

Muitos pais afegãos desejam ter um filho homem por razões econômicas e sociais. Por isso, alguns deles obrigam as meninas a usarem máscaras de meninos.

As garotas disfarçadas de rapazes podem ser encontradas em mercados do Afeganistão para que possam facilmente trabalhar nas ruas e alimentar suas famílias.

Como meninos, elas vendem coisas como água e goma de mascar. No entanto, essas meninas não são criadas dessa forma por toda a vida. Quando elas completam 17 anos ou 18 anos, vivem a vida como uma mulher, mais uma vez, porém a mudança não é simples.

A tradição já existe no Afeganistão há séculos e pode ter começado quando os afegãos tiveram de lutar contra os seus invasores e por isso as mulheres precisavam ser disfarçadas como homens.

A Justiça de Teresina, no Piauí, condenou o Bar Planeta Diário a pagar  4 mil reais de indenização por danos morais a um  casal de lésbicas que foi discriminado  quando participava de uma festa alusiva ao dia dos namorados.

Segundo a versão das lésbicas, elas estavam dançando quando foram abordadas por um segurança do Bar, dizendo para se retirarem do local, porque o dono não aceitava “aquele tipo de comportamento”. A decisão do magistrado teve como fundamento os princípios da igualdade e da não-discriminação.

De acordo com a sentença do Juiz Manoel de Sousa Dourado,  “a igualdade é princípio basilar da Constituição Federal. Apreciações distorcidas do Direito é que criaram, ao longo da história, por ignorância ou por opressão, categorias diferentes de seres humanos.  Isso, todavia, não é mais tolerável agindo contra o ordenamento jurídico vigente. As pessoas podem fazer tudo aquilo que não é proibido e a manifestação de amor e carinho não é proibido. Proibido sim é pensar (ou melhor, agir de acordo com o pensamento de) que algumas pessoas podem, mas outras não. E se esse tipo de pensamento gera a noção de ofensa ao pudor, eis o germe da discriminação.”

Fonte:Cenag

A polícia de Várzea Paulista investiga se um grupo de travestis está sofrendo perseguição, intolerância, discriminação ou se houve agressões por motivo fútil contra as vítimas. Ao menos cinco ficaram feridos e tiveram pertences roubados após duas ocorrências esta semana.

Não sabemos o que aconteceu. Eles desceram dos veículos já batendo em todo mundo”, contou um dos travestis que não quis se identificar.

Uma outra vítima afirmou que os agressores estavam procurando um travesti, especificamente. “Um deles olhava para cada um de nós e falava ‘não é esse, esse também não’. Mas mesmo assim a gente foi apanhando”, explicou.

O delegado Antônio Dota Junior afirmou que uma equipe investiga o caso. Segundo relato das vítimas, os agressores eram todos homens brancos e carecas. A polícia não descartou a possibilidade de homofobia.

Os investigadores pediram imagens de radares da prefeitura, para tentar identificar algum veículo, e das câmeras de monitoramento de comércios próximos.

Fonte:cenag